regresso à bibliografia

 Manuel Abranches de Soveral

 

 

 

Errata e aditamentos

ISBN: 972-97430-1-0      Depósito legal: 1247 771/98

No meu livro "Ascendências Visienses. Ensaio Genealógico sobre a nobreza de Viseu. Séculos XIV a XVII", Porto 2004, que volta a tratar parte da matéria tratada neste livro, muita coisa foi acrescentada. Entretanto, estou a preparar, para publicação, toda a descendência portuguesa de D. Fernando I, nascida até 1640, que trará, para a época em causa, substanciais acréscimos ao que foi publicado em "Sangue Real". Também muitas correcções e sobretudo aditamentos ao que consta em "Sangue Real" estão a ser feitos por mim na base de dados ROGLO (http://roglo.eu/roglo?lang=pt).

 

PÁG.

 

ESPÉCIE

 

LINHA

 

ONDE SE LÊ

 

DEVE LÊR-SE

6

 

5

Heráldico-enealógico

Heráldico-Genealógico

14

Nota 1

1

D.Leonor Telles ere

D.Leonor Telles era. 

14

Nota 1

6

que a assaninou

que a assassinou 

14

I

Penult.

Casou em 1372

Casou a 5.3.1372

15

I

1

Trás-os-Montes e falecida...

Trás-os-Montes em 1345 e falecida...

15

1(II)

 

D. Beatriz de Portugal nasceu a 9.12.1372 em Coimbra e faleceu a 8.3.1408 em Madrigal

15

2(II)

 

D. Pedro faleceu criança em 1380

15

3(II)

 

D.Afonso faleceu criança em 1382

16

II

 

D.Isabel de Portugal nasceu a 12.1.1364

16

II

Penult.

vontando

voltando

19

II

 

D.Isabel de Portugal faleceu a 4.4.1395 em Marans e seu marido D.Afonso Henriques a 2.7.1395, ib

19

II

 

D.Isabel de Portugal casou a 9.4.1378

19

II

 

D.Afonso Henriques nasceu a 18.10.1355 em Burgos

19

II

5

publica-mos

publicamos

19

II

11

casta

carta

20

Nota A

14

Imperador Henrique IV von Hohenstaufen (1165-1196)

Imperador Henrique IV von Hohenstaufen (1161-1197)

21

4(III)

21

Vala lares

Valadares

22

III

 

Branca Dias (Perestrello) não era irmã mas sim filha de Bartolomeu Perestrello e de sua 1ª mulher Branca Dias. Aquela Branca Dias (Perestrello) terá nascido entre 1418 e 1420, tendo 18 a 20 anos de idade à data do 1º filho, em cuja legitimação vem referida apenas como Branca Dias. E quem era ela? Toda a tradição genealógica a diz Perestrello. E com certeza Perestrello não era a D. Isabel, que aparece na legitimação com Dona, título que as Perestrello não usam nesta época. O grande Salazar e Castro garante mesmo que Branca Dias era filha de Bartolomeu Perestrello e de sua mulher Branca Dias. Posteriormente, vários genealogistas defenderam que Bartolomeu Perestrello seria seu irmão, dada a cronologia, e argumentam que o patronímico não obedeceria aqui à regra dado tratar-se de uma família estrangeira. Segui esta tese, mas julgo-a agora errada. Com efeito, Bartolomeu Perestrello já esteve na descoberta da Madeira em 1.7.1419. Podia, assim, perfeitamente ser pai de Branca Dias, filha de um primeiro casamento com outra Branca Dias, como diz Salazar. Sendo que Filipa Moniz, a 1ª mulher do grande Cristóvão Colombo, terá nascido muito mais tarde, do 2º casamento. O facto de Branca Dias ter, no séc. XV, o nome e patronímico da mãe, não é de estranhar minimamente, tendo ainda por cima em conta o facto de o pai ser estrangeiro. (ver nota à pag. 25)

23

1(IV)

 

D.João de Noronha teve de D.Afonso V, por carta de 27.4.1443, quatro mil coroas de ouro para o seu 1º casamento com D.Filipa de Ataíde.

24

3(IV)

 

D.Isabel de Noronha, marquesa de Montemor, que ainda vivia em 1514, casou antes de 25.7.1460, data em que recebe do Rei tença pelas 4.500 coroas de ouro dadas pelo casamento.

24

4(IV)

 

D.Inez de Noronha, 2ª condessa de Abrantes, faleceu entre 1494 e 1496 e tinha casado em 1467. Seu marido faleceu a 9.10.1512.

25

IV

 

D. Fernando de Noronha foi o último filho varão do arcebispo D.Pedro de Noronha. Esta paternidade está comprovada em vários documentos. D.Fernando terá nascido entre 1438 e 1442, sendo portanto menor à data do falecimento do pai em 1452. Também me parece evidente a relação estreita com sua irmã D.Catarina de Noronha, futura condessa de Penamacor, em cuja casa casou e onde provavelmente vivia a mãe de ambos, o que fortemente indicia que tivessem sido irmãos inteiros e mais ou menos da mesma idade. Também é inegável ter sido D.João de Noronha o filho primogénito de D.Pedro. A historiografia de Óbidos chama-lhe mesmo conde de Gijon, embora claramente sem fundamento. Mas basta ver que casou cerca de 27.4.1443, data em que obtém para o efeito 4.000 coroas de ouro de Dom Afonso V. Ora, das quatro cartas de legitimação dos filhos de D.Pedro, todas datadas de 13.8.1444, D.João aparece como filho de D.Isabel e os restantes de Branca Dias. Do que ficou dito, pode concluir-se que D.Isabel foi a primeira amante, talvez ocasional, e Branca Dias a segunda, esta de forma mais estável, já que lhe dá pelo menos três filhos. O primeiro destes filhos é D.Pedro de Noronha, que em 1475 já era mordomo-mor do príncipe, futuro Dom João II, e sobre o qual não conheço notícia posterior a 1489. Dom Afonso V trata-o por sobrinho, pelo que D.Pedro não devia ser mais velho do que o rei, que nasceu em 1438. D.Pedro terá assim nascido cerca de 1438, tendo cerca de 6 anos de idade quando foi legitimado. Mas esta data prende-se sobretudo com o facto de sua irmã mais velha (porque na legitimação surge em 1º lugar) D.Isabel de Noronha, futura marquesa de Montemor, ainda viver em 1514. A ter nascido em 1436, esta D.Isabel teria então 78 anos de idade. Finalmente o mais novo, porque está em último lugar na legitimação, que vem estranhamente também chamado Pedro. Braamcamp Freire diz que foi erro do copista que confundiu a abreviatura de Pº com a de Rº, identificando este com D.Rodrigo de Noronha, bispo de Lamego, capelão-mor do reino e regedor da Casa da Suplicação, títulos com que já aparece em Janeiro de 1476. Mas Braamcamp não tinha razão nisso, pois D.Rodrigo foi filho bastado do 2º conde de Vila Real e é posterior.  Mas tinha razão na confusão das abreviaturas, que trocou Pº com Fº (de Fernando, o 3º filho varão de D.Pedro). O que ficou dito implicaria que D.Catarina, futura condessa de Penamacor, fosse também filha de Branca Dias, mas nascida depois da legitimação (1444). O que concorda com a cronologia, uma vez que casou em 1467 e faleceu entre 1518 e 1520. E nada pode levar a supor que a restante filha de D.Pedro, D.Inez de Noronha, futura condessa de Abrantes, não fosse também filha de Branca Dias e igualmente nascida após a legitimação dos irmãos. Com efeito, essa senhora também casou em 1467 e faleceu entre 1494 e 1496. Assim arrumados os filhos de Branca Dias, podemos dizer que esta teve de D.Pedro cinco filhos, nascidos entre 1438 e o mais tardar 1452, ano em que ele morre com 73 anos de idade. E também não há nada de estranho no facto de D.Pedro ter filhos entre os 60 e 70 anos de idade. Os casos documentados são inúmeros, principalmente sendo ela moça nova. Como diz o ditado, mulher nova e homem velho, filhos até à cova... (ver nota à pag. 22)

25

IV

13

tamém

também

25

IV

 

D.Constança de Castro foi nomeada sucessora (testamento de Março de 1506) na capela do Convento da Graça de Lisboa, instituída por seu irmão o grande D.Afonso de Albuquerque, a que vinculara as suas quintas de Atouguia e Alhandra e as vinhas e pinhais de Alhos Vedros. Esta sucessão dar-se-ia caso o filho do instituidor falecesse sem geração legítima, o que veio a acontecer. A representação genealógica de D.Afonso de Albuquerque passou assim para a descendência de D.Constança de Castro e de seu marido D.Fernando de Noronha, a par da administração da dita capela, sobre a qual houve muita disputa judicial (ver notas às pag.s 26 e 27)

25

IV

 

D.Constança de Castro era 12ª neta legítima do conde D.Henrique e da rainha D.Tereza. Com efeito, seu trisavô (ver Árvore nº4) D.João Afonso Telles, 4º conde de Barcelos e 2º de Ourém, era 7º neto legítimo da infanta D.Urraca Henriques, irmã do nosso 1º rei D.Afonso Henriques. Era, assim, descendente legítima da Casa Real de França.

25

IV

21

6ª neta do Rei D.Diniz

7ª neta do rei D.Dinis

26

Árvore nº4

 

João Gonçalves de Gomide foi escrivão da Puridade de D.João I e D.Duarte e senhor da honra de Gomide, em Vila Verde (Braga), cargo e honra em que sucedeu a a seu pai Gonçalo Lourenço de Gomide, que esteve na conquista de Ceuta com 400 homens da sua Casa.

26

1(V)

 

A D.Afonso de Noronha sucedeu seu filho D.Fernando de Noronha e a este seu filho D.Afonso de Noronha, que em 1593 requer a administração da capela da Graça (ver nota à pag. 25) como representante do instituidor D.Afonso de Albuquerque. Faleceu solteiro sem geração durante o processo, a que logo se candidatou sua irmã D.Violante de Noronha casada com Vasco Martim Moniz, 4º senhor de Angeja, que vence a demanda a 10.5.1603. Destes foi filha sucessora D.Juliana de Noronha, 6ª senhora da Angeja, que casou com seu primo D.Pedro de Noronha, 9º senhor de Vila Verde, c.g. nos condes de Vila Verde e marqueses de Angeja, nos quais segue a representação genealógica de D.Afonso de Albuquerque. A capela da Graça, que em princípio devia acompanhar esta representação, passou no entanto para outra linha (ver nota à pag. 27)

27

3(V)

 

A filha de D.Álvaro de Noronha e sua mulher D.Maria da Silveira, casada com D.Aleixo de Menezes, chamou-se não D.Isabel mas sim D.Luiza de Noronha. Esta senhora foi considerada em 1581 a parente mais próxima de D.Afonso de Albuquerque e portanto sucessora na Capela da Graça (ver nota à pag. 25). Em 1593 contesta-lhe o direito seu primo D.Afonso de Noronha, que morre solteiro entretanto, vencendo a demanda a irmã deste (ver nota à pag. 26). A neta homónima e sucessora daquela D.Luiza de Noronha consegue em 1615 vencer a demanda sobre a administração da Capela da Graça, em que sucedeu seu neto Lourenço de Souza da Silva e Menezes, 1º conde de Santiago de Beduíno, que se manteve nesta Casa, que veio a ser incorporada por sucessão na dos marqueses de Pombal, que sucederam também na capela.

27

3(5)

9

praça de depois

praça que depois

28

V

15

Capi-tão-Mór

capitão-mor

28

V

 

Tal como sua sogra e prima D.Constança de Castro, D.Inez de Castro era 12ª neta legítima da infanta D.Urraca Henriques, irmã de D.Afonso Henriques. Com efeito, a primeira era trisneta e a segunda 4ªneta dos 4ºs condes de Barcelos.

28

V

28

Como trineta do Rei D.Fernando

Como 4ª neta do rei D.Fernando

29

Árvore nº5

 

D.Fernão de Castro foi também regedor da Casa do Cível. Sua mãe D.Leonor (Telles) de Menezes está sepultada na igreja da Graça, em Santarém, em túmulo armoriado (escudo partido de Castro e Menezes) com o seguinte epitáfio: «Aqui jaz dona Lianor de Menezes, filha de Dom João Afonso Tello de Menezes, Conde de Ourem, e da Condessa dona Guiomar que edificaram este mosteiro, a qual foi mulher de dom Pedro de Castro, filho de dom Álvaro Pires de Castro, Conde de Arraiolos, primeiro Condetável de Portugal, e ouve dela estes filhos: dom João e dom Fernão e dona Isabel e dona Guiomar. Esta senhora dona Guiomar mandou fazer esta sepultura a sua mãe».

30

3(VI)

 

De D.Bernardo de Noronha e sua mulher e prima D.Joana de Noronha foi filho sucessor D.Garcia de Noronha, morgado de Calvos (Loures), que teve geração ilegítima e em 1615 concorreu à administração da capela da Graça, mas perdeu. (ver notas às pag.s 25, 26 e 27)

31

VI

21

7º neta de D.Diniz

8º neta de D.Dinis

33

Nota 3

8

referida na nota anterior

referida na Árvore nº 4

35

VIII

 

O correcto nº da nota é 3 e não 2

36

Nota 1

4

Universiade

Universidade

36

Legenda

 

Casa de Penteiros

Casa de Penteeiros

37

Árvore nº7

 

Damião de Souza de Menezes ainda vivia em 2.10.1597, data em que surge num documento do Arcebispado de Braga como senhor da quinta de Penteeiros e de dois terços do padroado da matriz de Estorãos. A 14.6.1595, noutro documento em que aparece como «Damião de Souza, Fidalgo da Casa d'el Rei, morador em Viana», passa na sua quinta de Penteeiros carta de doação de um prazo em Estorãos a seu filho natural António de Souza, progenitor da Casa da Lage. Seu pai Fernão de Souza de Menezes surge num documento do Arcebispado de Braga de 13.12.1477, em que recebe a alcaidaria-mor de Ervededo. Neste documento diz-se «eu, Fernão de Souza, fidalgo de linhagem e criado do Arcebispo meu senhor, que presente está, recebo dele e de sua mão a sua torre e fortaleza do couto de Ervededo, e lhe faço por ela preito e homenagem»

O sogro daquele Damião de Souza de Menezes, António de Souza Alcoforado, foi ainda comendador da Ordem de Cristo, juiz e vereador do Senado da Câmara do Porto (1540). O pai deste, Gonçalo Alvares Pamplona, era filho de João Alvares, vereador do Senado da Câmara do Porto, que em 1525 instituiu a capela dos Pamplonas em S.Domingos do Porto, e de sua mulher Maria Vaz Pamplona, e neto paterno de Álvaro Afonso Diniz, vereador do Senado da Câmara do Porto (1428).

De Damião de Souza de Menezes e de sua mulher e prima D. Maria de Souza de Menezes foi ainda filha D. Violante de Souza de Menezes c.c. D. Gabriel de Queiroz de Sotto Mayor, senhor de Mós, na Galiza, dos quais foi filho o 1º marquês de Mós.

37

Árvore nº7

 

Onde aparece Mourica deve lêr-se Mourisca

37

Nota A

16

D.Maria de Souza, 15ª Srª de Souza

D.Maria Pires Ribeiro, 15ª senhora da Casa de Souza

38

1(IX)

 

Arcediácono (ou Arcedíago) de Coimbra e Prior de Pinheiro da Bemposta.

Arcediácono 3 (ou Arcedíago) de Coimbra e Prior de Pinheiro da Bemposta. 4

38

5(IX)

 

D. Filipa de Noronha foi baptizada a 24.10.1603 em S. Miguel de Aveiro, sendo padrinhos seu tio-avô Luiz Martins de Aragão e D. Tereza, mulher de João Gomes de Lemos

40

IX

8

D. Joana de Távora foi bat. a 11.7.1607 em Carrazedo de Montenegro. Seu pai, Gonçalo Guedes de Souza, fal. pouco depois, a 18.10.1608, ib, tendo casado dois anos antes, a 12.9.1606, também em Carrazedo (S.Nicolau), com sua mãe D.Francisca de Souza de Menezes.

40

IX

12

8ª e 9ª neta de D.Afonso III

9ª e 10ª neta de D.Afonso III

41

Árvore nº8

 

D. Francisca de Souza de Menezes, mulher de Gonçalo Guedes de Souza, 3º Morgado de Carrazedo, era irmã de D.Joana e D.Margarida, a quem seus pais fazem escritura de dote a 7 e 14 de Julho de 1599 para professarem no Mosteiro de Stª Ana de Viana. O referido Gonçalo Guedes de Souza era irmão de D.Maria casada com Manuel Pereira, Governador de Angola, e de mais quatro irmãs, todas freiras em Murça.

43

1.1(XI)

1

D.Margarida Maria de Mello Noronha de Souza e Castro

D.Margarida Maria de Mello e Noronha

47

3.3(XI)

 

Este Padre Gonçalo de Souza de Menezes parece também ser o que de Maria Álvares de Araújo, moça solteira, teve um filho chamado António de Souza de Menezes, nascido em S.Martinho de Britelo (Ponte da Barca), com Inquirições de Genere aprovadas em Braga a 30.8.1685

48

Nota 1

 

António de Souza, progenitor da Casa da Lage, em S. Pedro dos Arcos (Ponte de Lima), é normalmente dado como filho natural de Damião de Souza de Menezes, 5º senhor da Casa de Penteeiros. Na verdade, é filho natural do avô homónimo deste Damião de Souza de Menezes, que lhe doa em 1595 um prazo em Estorãos e o identifica como seu filho natural. Este António de Souza casou a 1ª vez com D.Maria Barboza, natural de Rubiães (Paredes de Coura), onde ambos moraram em 1598/9. A 12.8.1601 António de Souza já estava casado 2ª vez com D.Guiomar Machado, herdeira da dita Casa da Lage. O filho sucessor destes, Jerónimo de Souza Machado casou três vezes, a última das quais com D.Joana de Távora Pereira, dos quais foram filhos Luiz de Souza de Menezes, nascido na Casa da Lage, que tirou inquirições de genere aprovadas em Braga a 20.4.1692, e Manuel de Souza de Menezes, também com IG.

48

16(X) 17(X) 18(X)

 

Francisco de Souza de Távora, Sebastião de Souza de Noronha e João Guedes era filhos naturais não de Damião de Souza de Menezes (nºIX), como vai, mas sim de seu filho Gonçalo de Souza de Menezes, no nº 3(X)

49

 

21

trascritos

transcritos

50

X

23

9ª neta do Rei D.Afonso III

11ª neta do rei D.Afonso III

51

Nota A

 

D.Beringueira de Souza foi 3ª (e não 4ª) senhora do paço, torre e quintã de Figueiredo das Donas, como neta sucessora de João de Souza Falcão, 1º senhor do dito paço e torre, que fez no senhorio de Fataúnços em que sucedeu a seus pais João Falcão, alcaide-mor de Castelo de Vide, Mourão e Monforte, e sua mulher D.Branca de Souza, filha do Mestre da Ordem de Cristo D.Lopo Dias de Souza, 17º senhor da Casa de Souza.

53

X

11

Casaínhos

Casaínho

54

7(XI)

9

de seu irmão Gonçalo

de seu irmão Damião

55

1.8(XII)

 

José Luiz Pimenta de Távora e Lemos e sua mulher D.Madalena Bernarda da Silva e Vasconcellos aparecem como José Luiz Pimenta de Lemos e Souza de Menezes e D.Madalena Bernarda de Azevedo de Faria nas inquirições de genere tiradas em Braga por seus filhos Gonçalo de Souza de Menezes, nascido na quinta da Aveleira (IG de 4.2.1763), Vicente Pimenta de Lemos e Menezes e José Maria Pimenta de Lemos e Menezes.

56

Nota 2

7

econtrado

encontrado

56

XI

16

12º neto de D.Afonso III

11º neto de D.Afonso III

57

Árvore nº10

 

Conforme se diz no texto «Breve História da Casa da Trofa», João Gomes de Lemos foi o 4º senhor da Trofa (1558) e não faleceu antes de seu pai, como vai na Árvore de costados. Assim como seu filho foi o 5º senhor (e não o 4º) e seu neto o 6º senhor (e não o 5º)

59

II

3

falecido em 1414

falecido em 1514

65

3.1(XIII)

6

sendo padrinhos tio-avô

sendo padrinhos seu tio-avô

65

1.3.1(XIV)

5

1ª Condessa de Subserra pelo casasamento

1ª condessa de Subserra pelo casamento

71

Nota 1

20

cartas do irmãos

cartas dos irmãos

74

2.4(XIII)

6

D.Inez Luiza Corrêa de Sá e Lencastre 1

D.Inez Luiza Corrêa de Sá e Lencastre

76

Nota 1

15

5º Conde de Terena am sucessão

5º conde de Terena em sucessão

77

Nota 1

15

2ª Condessa de Aurora pelo casmento

2ª condessa de Aurora pelo casamento

77

Nota 3

2

D.Maria do Ó Cabral Tereira Forjaz de Menezes

D.Maria do Ó Cabral Pereira Forjaz de Menezes

78

4.1.2.4(XV)

 

António Pereira da Silva de Souza de Menezes foi baptizado na Sé de Braga e tirou IG a 4.10.1823

78

6.1.2.4(XV)

 

José António Pereira da Silva de Souza de Menezes foi baptizado na Sé de Braga e tirou IG a 30.11.1822

79

Legenda

6

D.Joana Maria do rosário

D.Joana Maria do Rosário

84

3.4(XIII)

4

Não sei se casou ou quem quem

Não sei se casou nem com quem

94

6.3.5(XIV)

8

preso pelo miguelistas

preso pelos miguelistas

95

2.6.3.5(XV)

10

nos Marques de São Payo

nos marqueses de São Payo

95

Nota 6

16

Vide obra cidata

Vide obra citada

96

Nota 2

2

nomeadamente de documentam

nomeadamente se documentam

99

9.4(XIV)

3

Prior da Capela de S. José da Qtª do Atalho

capelão da capela de S. José da quinta do Atalho

107

2.13.7(XV)

3

D.Henrique de Menezes de Britto

D.Henrique de Menezes de Britto do Rio

108

15.7(XIV)

7

Morgadio de S.Tomaz de Vila Nova

morgado de S.Tomaz de Vila Nova

113

1.22.7(XV)

6

Do 1º matrinónio

Do 1º matrimónio

113

1.22.7(XV)

11

Governador de Ponte Delgada

governador de Ponta Delgada

114

XIII

3

o futuro 9º Sr. da Trofa

o futuro 10º Sr. da Trofa

114

XIII

21

onde nasceu 1744

onde nasceu em 1744

115

legenda

 

A limpeza do musgo da pedra de armas do portão da Casa de S. Miguel, em Viseu, permitiu verificar que não se trata de um escudo de Mesquita em pleno, como se dizia na legenda e vem nomeadamente nas «Casas Nobres de Portugal», mas sim um escudo partido de Cardozo e Lemos, ambos mal representados, com um sobre o todo (desproporcionalmente grande) de Mesquita. Tem elmo, timbre de Cardozo e coronel de nobreza, por esta ordem. A existência de um quartel de Lemos levanta um problema, ou seja, atira a feitura da pedra de armas para o início do séc. XIX, o que manifestamente contraria o seu desenho e forma, num estilo muito anterior. A solução talvez esteja no seguinte: como o 1º senhor da casa foi João da Mesquita, que viveu na 1ª metade do séc. XVII, deveria aí existir um escudo de Mesquita em pleno, que no início do séc. XIX foi substituído pelo actual, numa cópia que manteve mais ou menos o estilo da pedra de armas anterior, continuando a dar desmesurado espaço às armas dos Mesquita. 

126

XIV

12

tinha ela 23 e ele 22 anos de idade

tinha ela 23 e ele 42 anos de idade

129

2.1(XVI)

11

Sucedeu a seu tio o Dr. Silvério de Abranches como Chefe do Partido Regenerador de Viseu. Foi...

Chefe do Partido Regenerador de Viseu, foi...

129

Legenda

14

Há Viseu uma rua

Há em Viseu uma rua

130

7.1(XVI)

 

7.1(XVI)

9.1(XVI)

131    

De D. Maria Henriqueta de Lemos e Menezes de Souza e Albuquerque e seu marido o Dr. José Simões Dias (sobre este vide http://en.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Sim%C3%B5es_Dias) foi filha única, como refiro, D. Judite, nascida a 13.4.1873. Esta, D. Judite Alice de Menezes Simões Dias, casou em 1895 com seu primo o Dr. Carlos Simões Dias de Figueiredo, sendo pais do musicólogo e violinista Mário Simões Dias de Figueiredo (vide http://en.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Sim%C3%B5es_Dias )

131

   

Do Doutor João Victorino de Souza e Albuquerque e aua mulher D. Maria do Carmo foi ainda filho José Victorino de Souza e Albuquerque, que nasceu em Viseu cerca de 1824 e foi escrivão da fazenda de Lamego, cidade onde viveu e casou com D. Emília Cândida da Silva Lima, irmã da viscondessa D. Amália Augusta da Silva Lima, casada a 1ª vez com José Isidoro Guedes, 1º visconde de Valmor (11.3.1867), e a 2ª vez com José Josquim Pinto da Silva, 1º visconde de Sacavém (30.7.1874). Deste José Victorino de Souza e Albuquerque e sua mulher foram filhos outro José Victorino de Souza e Albuquerque, nascido cerca de 1856 em Lamego, que faleceu solteiro, D. Maria do Carmo de Lemos e Menezes, nascida cerca de 1858, ib, que parece também ter falecido solteira, e Delfim Alfredo de Souza e Albuquerque, que foi capitão de Infantaria e foi baptizado a 2.8.1862 em Lamego (Almacave), sendo referido como filho «do Ilustríssimo Senhor José Victorino de Souza e Albuquerque, Escrivão da Fazenda, e da Ilustríssima Senhora D. Maria Cândida de Lima e Albuquerque, natural ele da freguesia da Sé Ocidental de Viseu e ela dasta freguesia, onde foram recebidos; Neto Paterno do Ilustríssimo Senhor Doutor João Victorino de Souza e Albuquerque; e de Dona Maria do Carmo de Lemos e Menezes; e Materno do Ilustríssimo Senhor Bento da Silva Lima e Dona Roza Cândida, digo, Dona Rosa Caronina da Silva Lima. Foram padrinhos os Excelentíssimos Senhores Visconde e Viscondessa de Valmor, Thios Maternos, com procuração dos mesmos tocaram ao sair da pia Baptismal os Ilustríssimos Senhores José Victorino de Souza e Albuquerque, Junior, e Dona Maria do Carmo de Lemos e Menezes, irmãos do Baptizado». Estes assinam ambos, ela apenas Maria do Carmo, em letra de criança, e ele o nome todo, mas também com letra de criança. Com efeito, ele teria 12 e ela 10 anos de idade. O Capitão Delfim Alfredo de Souza e Albuquerque casou em Lamego com Filomena da Conceição, filha de João da Silva Agostinho, padeiro em Lamego, e de sua mulher Ana da Conceição, e era ainda 1º Sargento do Regimento de Infantaria 9 quando a 22.9.1892 aí foi baptizado o filho Delfim de Souza e Albuquerque, que faleceu a 7.12.1974 em Lourenço Marques, tendo casado a 27.3.1920 em Lamego (Almacave) com Margarida Vaz Pereira, nascida em S. Paulo (Brasil) e falecida a 23.12.1967 em Lourenço Marques, com geração.

132

XV

24

Stª Casa de Misericórdia

Stª Casa da Misericórdia

135

Nota 2

13

instituidor a Capela de Stº António

instituidor da capela de Stº António

138

Nota 2

 

D.Maria Claudina (...) c. a 18.6.1946

D.Maria Claudina (...) c. a 15.9.1974

138

10.1.4(XVIII)

 

10.1.4(XVIII)

9.1.4(XVIII)

141

Nota 4

 

O Eng Luiz Manuel do Canto Moniz não casou com D.Maria Emília Marinho Moreira (sua sogra), mas sim com D.Maria Eduarda Marinho Moreira Pereira da Silva e Souza Pessanha. 

146

3.12(XVII)

3

e fal. a 27.5.1922 em Braga

e fal. a 6.1.1959 em Braga

148

XVI

 

bem com sucessor

bem como sucessor

149

Nota 2

 

Esta nota é a 3 e não a 2.  

151

Nota 3

 

Esta nota devia ser numerada como 1 e não como 3. 

157

4(XVIII)

2

com 10 anos incompletos

com 8 anos de idade

157

6(XVIII)

2

n. a 1.12.1928, ib, e fal. em 1959, solt.

n. a 1.12.1929, ib, e fal. em 1956, solt.

157

Legenda

 

Ramiro e Eduardo

Eduardo e Ramiro

158

XVIII

8

Membro da Real Ordem da Vitória, por Isabel II de Inglaterra. 

cavaleiro honorário da Royal Victorian Order (18.2.1957), por Isabel II de Inglaterra.

158

XVIII

11

o convite de Delfim Santos

o convite de Délio Santos

160

2.1(XX)

4

Markting 

Marketing  

160

1.2.1(XXI)

2

 n. ib a 30.9.1996 no Porto (Lapa)

n. a 30.9.1996 no Porto (Lapa) 

161

1.2(XX)

2

Pazkiewicz

Paszkiewicz 

161

1.3(XX)

1

D.Catarina ...

D.Catarina Maria ... 

161

3.3(XX)

1

Tomaz ...

Tomás Maria ... 

162

4(XIX)

3

fal. de acidente de automóvel em 1987

fal. de acidente de automóvel em 1985

162

5(XIX)

5

D.Mafalda ...

D.Mafalda Maria 

162

2.5(XX)

1

D.Margarida ... 

D.Margarida Maria 

163

6(XIX)

2

c. a 22.4.1990 

c. a 22.4.1985 

165

Árvore

 

Esta Árvore contém algumas imprecisões e lacunas que podem ser corrigidas e colmatadas em História da Casa da Trofa (Principais linhas de descendência)

171

 

18

Sacro Impereador

Sacro Imperador 

171

Nota 10

1

Filha filha do Duque Henrique

Filha do duque Henrique 

174

Nota 2

 

Leonor Plantageneta, irmã do celebrado Ricardo Coração-de-Leão, era filha do rei Henrique II de Inglaterra e da célebre rainha Leonor de Aquitânia, que tinha sido casada em primeiras núpcias com o rei Luiz VII de França. 

175

 

15

Beatriz de von Hohenstaufen 

Beatriz von Hohenstaufen 

175

Nota 4

 

Manfredo von Hohenstaufen era filho do imperador Frederico II e de Blanca de Lancia, condessa de Lecce (Itália). 

 
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